Sim! Mas vamos iniciar nossa resposta com outra pergunta: O que é a
"Força" G?
A "força" G não é uma força. Isso mesmo! Do ponto
de vista da definição newtoniana de força, ou seja, da ideia de que força
é a ação de um corpo sobre outro, o que se chama de "força" G nada
mais é do que um efeito da inércia. Inércia é a tendência que um corpo
tem de permanecer parado ou em movimento retilíneo e uniforme, a menos que
forças promovam a aceleração do mesmo, ou seja, modifiquem o seu
movimento. Por exemplo: Na Fórmula 1, quando o piloto acelera para frente, seu
corpo tende a permanecer no movimento mais lento em que estava. Mas, como o
carro ganha velocidade, o piloto tende a ficar para trás em relação ao
veículo. Por
isso tem a sensação de ter sido empurrado para trás quando, na verdade,
não foi! Note que ninguém fez força para trás no piloto. Mas ele sente como se
tivesse sofrido tal força. Esta sensação de força é a "força" G,
uma força fictícia, ou apenas um efeito do referencial. Dentro do carro o
piloto é capaz de jurar que esta "força" G existe. Quem está
fora vê que se trata de um efeito da inércia.
Por que "G"

A grande dificuldade em
acelerar demais um veículo é o fato de que o passageiro pode perder a
consciência ou sofrer danos permanentes causados pela força G.Os efeitos da
força G no corpo humano variam de acordo com a grandeza, tempo, direção e local
onde essa aceleração está agindo. Além disso, a postura do corpo humano durante
a ação da força também é muito importante. Um tapa desferido contra o rosto de
alguém pode provocar centenas de G em um determinado ponto, mas não produzirá
nenhum dano grave. Entretanto, estar exposto a 16 g durante um minuto pode ser
fatal.
Curiosidades:
O airbag de um carro infla ao detectar
3G.
Robert Kubica, em seu brutal acidente no GP do Canadá de F1 em 2007, sofreu
um pico de 75G durante um milissegundo.
Referência:http://www.mdig.com.br/?itemid=14515
http://www.tecmundo.com.br/ciencia/16109-qual-e-a-sensacao-de-andar-em-velocidades-absurdas-.htm
http://fisicamoderna.blog.uol.com.br/arch2008-06-22_2008-06-28.html
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